Fim da disputa
🐟 A natureza agradece! 🐦Com a água mais limpa, os peixes e as garças voltam ao rio.
Como cada IA pensou
Detecção de objetos: a câmera de cada barco usa um modelo treinado com milhares de fotos de lixo na água. Para cada objeto, o modelo diz o que acha que é e com que confiança: é a porcentagem que aparece nas caixinhas.
Planejamento de rota: saber onde está o lixo não basta, a IA precisa decidir a ordem da coleta. É um problema clássico da computação, parecido com o do entregador que quer visitar vários endereços andando o mínimo possível.
Falso positivo: quando a IA vê lixo onde não tem (uma folha, um galho, um peixe), ela perde tempo. Para errar menos, quem treina o modelo precisa mostrar também muitos exemplos do que não é lixo.
No mundo real: já existem barcos e barreiras que recolhem lixo de rios em vários países, e pesquisadores testam barcos autônomos guiados por câmeras. Cada partida aqui é diferente: jogue de novo e veja se o vencedor muda.
No BIA, o Bacharelado em Inteligência Artificial da UNIPAMPA, em Alegrete, você aprende a criar IAs como essas, que enxergam, decidem e ajudam a cuidar do lugar onde a gente vive. Conheça o curso.