Clip animado de pouco mais de um minuto para o 3º ano do ensino médio. A robô Bia dá zoom numa foto até os pixels virarem números, separa as cores em três matrizes (RGB) e mostra um filtro 3 × 3 que, multiplicando e somando, encontra as bordas da imagem. É assim que começam as redes neurais convolucionais, que fazem o celular reconhecer rostos. Todas as contas que aparecem no vídeo são feitas de verdade.
| Tempo | Cena | Na tela | Narração da Bia |
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A voz é sintética e serve para marcar o ritmo; a versão final pode ser dublada por estudantes do BIA. A foto é um desenho da robô Bia, convertido em tons de cinza e reduzido a 24 × 24 pixels; os números da matriz, as somas do filtro e o mapa de bordas são calculados a partir dela.
O filtro do vídeo é este, chamado de filtro de Prewitt para bordas verticais:
−101−101−101
Em cada linha: (−1)·10 + 0·10 + 1·200 = 190. Somando as três linhas: 3 · 190 = 570. Um número grande: tem uma borda vertical ali.
Em cada linha: −120 + 0 + 120 = 0. Resultado 0: a região é lisa, sem borda.
Basta "deitar" o filtro: primeira linha −1, −1, −1; segunda linha 0, 0, 0; terceira linha 1, 1, 1.
12 000 000 · 3 = 36 milhões de números.